segunda-feira, 31 de maio de 2010

Nova aposta

Oies!

Conhecia o Mateus Tas de vista e sempre o cumprimentava pelos corredores da empresa.


Semana passada ele puxou assunto e começamos a conversar mais, o que resultou em beijos.

Combinamos um encontro e experiências pouco ortodoxas pra mim. Mas o que rolou mesmo foi o encontro.

Levei o Tas p/ a casa do Bruno (abatedouro + q eventual da dupla). Só que quando chegamos lá o portão emperra. Ótimo!

Falei p/ o Tas que o Bruno ia ser responsável pelo que não rolaria ali. E aí ele me fala que daria um jeito. Força daqui, força de lá e o lance não era força era jeito. Enfim, conseguimos entrar.

Entramos, conversamos um pouco e o levei p/ o quarto. Arrumei a cama (troquei os lençóis, viu Bruno?), sentei no canto e ele veio para o meu lado.

Começamos a nos beijar e o tesão já beeem alto. Ele tirou minha blusa e passou a mordiscar meus seios.

Então colocou a mão por dentro da minha calça e me penetrou com o dedo médio. Tirou o dedo e começou a lamber, eu puxei a mão dele e chupei seu dedo tb.

(Tinha isso em mente antes e em outra versão: eu estaria de vestido e dentro do carro, colocaria a mão dele na minha buceta, e logo após a penetração com o dedo eu o chuparia tb).

Mas ficou legal do jeito que aconteceu.

Logo após isso ele começou a tirar a roupa e eu a ajudá-lo. Dei uma mordidinha por cima da sua cueca.

E passei a chupá-lo. Lambia toda extensão do seu pau e brincava com minha língua na sua cabecinha. Fiz isso sem pressa, demoradamente e por um bom tempo.

E ele falou que tava cedo pra ele gozar, pedindo que eu parasse. Ele tirou o resto da roupa e ficou me olhando. Eu perguntei o que ele estava esperando e ele disse que era eu tirar minha calcinha.

Tenho uma amiga que por princípio acha q quem deve tirar a roupa dela é o cara, mas sem estresse, tirei.

E ele veio por cima de mim e ficamos assim um tempo. Logo fui pra cima dele e alternávamos a intensidade da foda.

E como foi ficando quente aquele quarto, eu segurava meu cabelo e continuava no vai e vem por cima dele.

Num certo momento eu ainda por cima dele dei-lhe as costas, sempre quis fazer essa posição e nunca tinha rolado antes. Sei q é bem estimulante pra maioria dos homens.

Só que a sintonia definitivamente nessa posição não tava rolando, o que nos proporcionou alguns momentos hilários.

Ele veio novamente pra cima de mim e sua língua me chupava deliciosamente, tanto é que quando estávamos no banho percebi a mancha arroxeada no meu pescoço. PQP!

Não sei quem deu canseira em quem. Sei que ao final de 4 horas estávamos ali, nem tão exaustos assim e ainda sem ter gozado.

Essa mania de querer controlar as coisas...

PS.: Sei ao menos que no dia seguinte o Tas so acordou ao meio-dia!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Eu mereço!

Olá pessoal!

Hj vou prestar um serviço de utilidade pública.


Como se não bastasse a puta reação que tive à vacina H1N1, ainda me surpreendi com a notícia que a tal, dá um falso positivo no exame Elisa.

Exame este utilizado para detectar o vírus HIV. Ow acorda, o vírus da Aids!

Blz, já tinha lido isso na internet, mas pouca gente ainda sabe disso e o pior acreditam que as pessoas estão com Aids, por causa da nova vacina.

Hj pela manhã falei com um dos parceiros aqui do blog que ontem tinha me ligado 5 vezes, número inédito pro tal carinha.

No mínimo ele tava morrendo de medo, pensado ter contraído o vírus. Vou mandar meu exame pra ele. Ops, ainda tá dando positivo! Mas a contraprova dá negativo.

Segue agora reportagem do G1:
Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV, diz Anvisa. Segundo agência, falso resultado pode ocorrer após vacinação.
Alteração em anticorpo ‘engana’ teste mais comum realizado no Brasil.

Nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revela que as pessoas que tomaram a vacina H1N1, contra a nova gripe, podem ter resultado positivo para HIV mesmo sem ter o vírus que provoca a Aids. Segundo a técnica Lílian Inocêncio, responsável pela área de Laboratórios do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids) do Ministério da Saúde, o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após a pessoa ter se vacinado contra a gripe.

O problema já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas foi abordado nesta sexta-feira (21) pelo DST/Aids. Na nota de março, a agência dizia que “podem ser obtidos resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para detecção de anticorpos contra o vírus da Imunodeficiência Humana 1 (HIV 1), o vírus da Hepatite C e, especialmente, HTLV-I, devido à produção de IgM em resposta à vacina contra Influenza A (H1N1)”.

O falso resultado acontece porque a vacina contra a gripe aumenta a produção de um anticorpo, chamado de IgM (o primeiro batalhão de defesa do organismo), que “engana” o Elisa, o teste mais comum feito no Brasil para diagnosticar o vírus da Aids. Essa reação faz o organismo reproduzir uma condição parecida com aquela de quem tem o vírus HIV.

A técnica Lílian Inocêncio disse que o procedimento padrão da rede pública de saúde em casos de resultado positivo para HIV já é fazer a contraprova por meio de outro tipo de exame, o Western Blot, mais caro. A vacina contra H1N1 não oferece nenhum risco de transmissão de HIV.

Segundo ela, não há motivo para pânico. “Ninguém precisa se preocupar porque nenhum paciente vai receber o resultado positivo sem que seja feita a contraprova”, afirmou Lilian. De acordo com ela, nenhum paciente é informado de que tem o vírus HIV sem que seja feita antes a contraprova.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (21) no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde José Gomes Temporão alertou sobre o falso resultado positivo.

“Quando acontece esse falso positivo, que são casos raros, qual é a consulta? É muito simples: isso só acontece dentro de 30 dias a partir do momento que a pessoa tomou a vacina. Dando positivo, ela vai refazer esse teste, com um teste mais sofisticado, e esse vai dar, com certeza, se ela é positivo ou não”, afirmou. Ele fez questão de esclarecer que a vacina contra H1N1 não oferece nenhum risco de transmissão de HIV.

Problema incomum, mas sem gravidade
“Não é comum essa reação cruzada, esse encadeamento de falsos-positivos [quando um teste diz que a pessoa está doente, mas ela não tem nada] por geração de anticorpos para vírus tão diferentes, o H1N1 e o HIV”, aponta Edecio Cunha-Neto, chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP.

“No limite, o que acontece com a produção industrial em ritmo acelerado da vacina contra a nova gripe é que, se a quantidade de adjuvantes, os componentes que potencializam a ação da vacina, estiver um pouco acima, pode fazer a resposta imunológica ter uma reatividade cruzada: acabar dando positivo para várias outras coisas.”

“Não tem nenhuma gravidade, do ponto de vista que a pessoa não está realmente infectada, mas a contraprova é importante”, diz Cunha-Neto.


Fonte: Site G1 - Globo, matéria: Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo.

Acho que esse nunca mais me beija!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Algumas de um final de semana

Agora sim, algo novo e útil pra contar!

Já avisei que esse texto ficou gigante?!


Na semana passada retrasada marquei de sair com a Consuelo para um happy-hour simples. Ótimo. Eu precisava mesmo de uma folga pra relaxar.

Marcamos de comer um quibe no Beirute (o da Asa Norte; Asa Sul, não!). Cheguei um pouco mais cedo do que ela e já fui providenciando uma mesa que demorou muito. A Consuelo acabou chegando antes da porra da mesa.

Enquanto aguardávamos uma vaga no lotado barzinho, ainda na escadinha na frente do estabelecimento, começamos a uns mini-pegas, com olhares, beijos, mãos nos alisando, apertões, etc.

Quando nos sentamos pedimos quibes e cervejas pra acompanhar o nosso papo, até porque tínhamos muito que conversar. Afinal ainda estamos em nossas primeiras saídas e temos vários pontos a descobrir um sobre o outro.

Já passando da meia noite, resolvemos fechar a conta e ir ver um filme, na casa dela, que também já estava pré marcada.

Chegando lá, arrumamos a sala dela para assistirmos um filme e depois dos preparativos já concluídos, pedi pra tomar um banho, pois tive um dia bastante cansativo no trabalho, fora o calor abafado de Brasília que esteve alto.

Após meu banho fui me deitar no colchão que colocamos no chão da sala pra vermos o tal filme e, enquanto eu descansava um pouco, foi a vez dela tomar uma ducha.

Tudo pronto. Já com roupas mais leves, nos ajeitamos e iniciamos o filme. Só que ainda nas cenas iniciais, peguei nos pés dela e os apertei com alguma força. Ela suspirou.

Primeira...
Não era exatamente uma massagem o que fiz em seus pés. Só que ao sinal de entrega, passei a mordê-los. E fui subindo minhas mordidas e lambidas pela parte de trás de suas pernas até sua bunda. Repeti o mesmo caminho na outra perna, e nessa altura meu tesão já estava visível.

Deitei por cima dela e aos poucos fui tirando sua pouca roupa, enquanto lambia e mordisca sua nuca e pescoço. Nos viramos e ela passou a me alisar, tirou minha sunga e apertou o meu pau me punhetando com uma mão enquanto a outra passeava pelo meu peito.

E meio que adivinhando meus pensamentos, ela desceu e passou a me chupar. Puta merda, sua chupada estava ótima. Não sei se era por tanto tempo sem sexo, se era o tesão da hora ou sei lá o que. Só sei que foi excelente.

O diferencial dessa vez é que na hora eu estava com uma sensibilidade da porra na virilha direita e ela, ao notar, passou a me lamber justamente nesse ponto. Não sei se me matava de tesão ou o contrário. Era duro aguentar sua boca e sua língua.

Pouco depois, puxei-a para cima de mim e ela me cavalgou. Subia e descia no meu cacete me deixando louco, mas pelo menos a tortura da virilha tinha cessado. Mudamos de posição algumas vezes e paramos quando o êxtase e o cansaço chegaram. Uma pena não ser apropriado gritar. Pena mesmo.

Depois da respiração voltar ao normal, fui me lavar pra estar pronto pra novas investidas ou pra descansar. Quando eu voltei pra sala, ela também foi lá tomar uma ducha, e quando ela voltou já trouxe um cheiroso creme; o que me deu ótimas idéias pra próxima sacanagem.

Deitamos abraçados e finalmente voltamos ao filme. O filme foi passando e tava até legal. Assisti boa parte enquanto ela dava umas pescadas por conta da recente atividade. E o filme continuou passando...

Segunda...
Até que em dado momento, ela desperta um pouco mais e começa a chegar seu corpo pra junto do meu. Novos beijos e cheiros, novas pegadas e apertões... Convite renovado para transar mais uma vez.

Recomeçamos a nos tocar e brincar em nossos corpos. Esses toques se transformaram numa divertida masturbação mútua onde excitávamos um ao outro por diversos minutos. Também procurei seu cuzinho e introduzi um dedo nele, para prepará-lo para o sexo anal sem que eu descuidasse de sua xana com outro dedo nela.

Enquanto minhas mãos cuidavam dela, alternando velocidade e suavidade, senti que ela também veio atrás do meu rabo. Eu estava numa posição desfavorável e ainda assim tive que aguentar o fio terra sem nenhuma lubrificação, e assim foi dolorido e com certo desconforto. Ela não ligou pros detalhes. Nem eu... Teria minha forra em instantes.

Virei-me para possuí-la. Agora não seria tão suave como na primeira vez. Queria aumentar a adrenalina e metia com mais vigor e rapidez. Eu a apertava com força e segurava seus quadris, controlando um pouco a movimentação dela, para que fosse mais sincronizado com meus movimentos...

Só que eu queria pegá-la por trás, já que tínhamos conversado a respeito noutra oportunidade, e a noite sugeria que a hora era essa. Voltei a sondar seu cuzinho com o dedo já com seu creminho.

Assim, coloquei-a de deitada de lado e comigo por cima posicionei meu cacete untado com o seu creme, assim como também na sua bunda, e fui lentamente enfiando. Inicialmente foi tudo bem, mas depois da metade ela começou a querer "fugir". Fiquei de olho, mas ainda continuei dentro dela, mas sem inserir mais. Estava evitando até me mover. Só que ela realmente ainda não estava a vontade e reclamou de dor.

Que merda! Será que fui com muita sede ao pote?

Achei que o momento era apropriado, mas de acordo com ela, eu deviria estar errado. Tirei meu pau, o que acabou interrompendo essa transa, que tinha tudo pra fechar a noite com chave de ouro. Uma vez que paramos fomos novamente para o chuveiro.

Contudo, só pra vocês, confesso que fiquei meio frustrado com essa parada! De ter dado errado, sabe? Logo eu que tanto curto sexo anal e me preocupo com a parceira, em deixá-la confortável... querendo...

Deitamos juntos e voltamos ao filme, ainda recuperando nossas forças. Eu até levava o filme a sério - pelo menos nos momentos em que isso era possível de alguma forma.

Terceira...
Só que nosso tesão, que teve uma pausa forçada, ainda estava latente. Ainda queríamos fechar nossa noite. Bem... madrugada, na verdade! :)

Esperei algum tempo antes de voltar a colar o meu corpo ao dela. Eu estava excitado e isso ajudou o cenário. Nosso tesão tava foda. Terá sido a combinação quibe + cerveja? Hehehe.

Passei a tocar seu corpo; alisar sua pele; respirar em sua nuca; mordiscar sua orelha; lamber seu pescoço... Eu fazia o jogo voltar em meu favor.

Quando ela se rendeu e virou-se pra mim, deixei nossos corpos ficarem juntos mesmo sem maiores ações. Nosso contato já era o sinal para a continuidade da putaria.

Em instantes estava dentro dela. Eu me movia meu quadril em círculos pequenos e me movimentos leves, mas com uma penetração profunda. Queria que essa metida fosse mais intensa pra ela.

Mudamos de posição pra que ela viesse por cima, e eu ajudava seu sobe e desce segurando sua cintura. Eventualmente eu a freava de propósito só para alternar a força ou a forma da metida.

Ela não aguentou por muito tempo vindo por cima, então eu a inclinei lateralmente para que seu corpo tombasse controladamente sem que eu saísse de dentro dela. A posição na verdade ficou praticamente a mesma, só que com a gente na horizontal, ainda que de lado.

Num dado momento ela me pediu pra que eu falasse com ela. Estranho quando isso ocorreu porque geralmente quem diz isso sou eu. Foi inusitado e serviu pra quebrar um pouco a minha concentração. Eu estava curtindo, mas levo uma foda sério demais às vezes.

Alternamos posições e fudemos por mais algum tempo, mas eu já estava planejando a próxima investida anal da noite. Afinal, sexi mal feito é sempre uma merda e eu não me dei por vencido de jeito nenhum. Sugeri uma nova tentativa e ela já mais calma topou de pronto.

Posicionei-a novamente na mesma posição que da primeira tentativa, com ela deitada de lado, com uma das pernas mais abertas, deixando sua bunda exposta pra mim. Novamente eu a lubrifiquei com creme, enfiando um dedo bem lambusado em seu ânus, assim como em meu cacete.

Ajeitei-me atrás dela e, com o dobro de calma, fui lentamente inserindo o pau em sua bunda. Com uma das mãos guiava a ação e a outra eu segurava sua mão. Dessa vez fui dando pausas a cada... sei lá... 20% que entrava.

Lembrando que certo desconforto é aceitável, mas dor não. Estava bem preocupado com a reação dela para que nada fosse desagradável para ela.

Demorei alguns minutos para estar totalmente dentro dela. Ela segurava minha mão com força mas não dizia nada. A impressão que me deu era que ela não estava à vontade e ainda assim curtia a situação. Até parecia que nunca tinha feito anal...

Pois é. Não tinha! Em nossas conversas ela demonstrou o interesse na modalidade e até me confidenciou no MSN que tava doida pra fazer anal. Eu nem me toquei.

Mas enfim, a essa altura, com meu pau todo dentro dela, achei que o problema havia ficado para trás. Só que quando logo na primeira movimentação entendi sua inexperiência ao notar sua expressão de dor. Ela não falou nada, mas não tinha como eu não observar. Refiz o movimento de vai-e-vem e só na terceira ou quarta vez que ela me pediu pra parar. Que a estava incomodando demais.

Ok. Disse que tiraria, e fui devagar saindo de dentro dela, ainda segurando sua mão. Ela suava mas parecia tranquila. Hunf. Ainda tenho que conversar com ela sobre essa foda em particular.

Novamente, sexo anal tentado e abortado. Mas dessa vez, pelo menos entendi todo o cenário. Achei ótimo ela querer experimentar algo que me dá tanto tesão, principalmente com diálogo entre a gente no "durante".

Só que infelizmente não era o caso de continuar com o sexo. Levantei e fui tirar o excesso de creme. Voltei pro lado dela e a abracei para, finalmente, descansarmos. Talvez não pareça, mas fodemos a noite toda, entre algumas cenas do filme.

Ela rapidamente adormeceu com meus afagos em seus cabelos. Eu ainda consegui ver o filme, mas pouco depois desliguei tudo pra também ir me recolher, com a claridade surgindo, já passando um pouco das 6 da manhã.

Eu, bem cansado após essa deliciosa maratona, finalmente dormi.

...e a Quarta
Lá pelas 10h da manhã - é um palpite, porque de fato eu não tenho a menor idéia das horas - a Consuelo entra na sala. Geralmente eu tenho o sono bem pesado, mas acabei acordando por algum barulho que ela tenha feito. Enfim, acordei.

Conversamos um pouco, comigo ainda deitado, e ela me conta que levantou cedo, que tinha saído pra lavar o carro e passear com o cachorro e tal.

Ela estava com um vestidinho curto e em nossa conversa ela veio pra perto de mim... pronto. Era tudo o que eu precisava. Ser "acordado" decentemente.

Bastou que ela deitasse ao meu lado para que eu ficasse taradão. Eu a segurava pelos cabelos e mordia seu pescoço e ela gemia e suspirava. Excelente!

Encoxei em seu corpo, segurando sua cintura em minha direção. Puxei sua calcinha e ergui seu vestido já pronto pra iniciar bem a manhã mas ela se virou e passou a me lamber o peito, a barriga e desceu pro meu pau. Fantástico.

Chupou bem demais. Ela veio insistir em minha virilha, só que aquela sensibilidade alta da porra não apareceu mais. Então, curti sua boca por um tempinho, e logo a seguir estava eu comendo a dona.

Agora, com abundante luz da manhã e os sons do ambiente urbano, eu não precisava de tanta discrição assim. Outro ponto interessante é que ela voltou a pedir por uma pegada forte.

Cabe um comentário aqui.
A Consuelo é branquinha e qualquer pegada mais justa que o normal e ela já fica marcada. Quando ela me pede pra pegar mais pesado eu a relembro desse fato. Eu costumo dizer que se eu usar mais do que 10% da força ela já fica roxa.

Contudo se após meu alerta ela ainda insiste na pegada... Acabou que eu deixei algumas marconas arroxeadas em seus braços e uma maiorzinha nas costas (PQP! Ficou enorme!!). Imaginem quando ela pede pra eu bater! :D

Felicidade minha à parte, eu bombava forte sentindo a energia revigorada depois de uma noite algumas horas de sono. Nem estava muito preocupado com o papai-mamãe (que não curto muito) e eu realmente curtia a foda.

Novamente ela me pede pra não controlar nada e gozar com ela... Só lembrando que eu não tinha gozado na noite anterior. Adicionalmente com minha recente mania de não querer ejacular pra exercitar meu controle, tenho me segurado sempre que possível.

E a combinação de uma metida mais rápida, vigorosa e intensa acabou minando meu controle e deixei me levar pelo prazeiroso momento e gozei forte, com uma vontade de gritar da porra, que infelizmente tive que conter.

Curioso que essa rapidinha da manhã foi a que ela mais gostou, conforme ela me confirmou posteriormente, só pelo fato de eu ter gozado com ela.

Ainda ficamos juntinhos enquanto eu voltava a respirar novamente, quando o telefone dela toca dizendo que a limpeza do carro estava pronta. Ela se recompôs e foi buscar o carro, mas não antes de me trazer café na cama (legal, eu ganhei meu dia) mesmo não tendo comido quase nada por não ter o hábito de comer logo cedo.

No que ela foi buscar o carro, aproveitei pra colocar o colchão no lugar e diminuir um pouco a bagunça que eu tinha feito em sua sala. Também tomei um banho quente e demorado. Ela chegou pouco depois que eu tinha saído do chuveiro.

Fechamento nosso encontro com uma feijoada de primeira num lugarzinho de quinta, que hoje vive, praticamente, deste prato típico vendido quase que só aos sábados.

Mal sabia ela (e eu pouco me recordava) que eu conhecia o tal Bar Cristal, da 416 Sul, de looonga data. História de uns 20 anos, ou quase, que a Sam iria se amarrar em conhecer! Hora dessas te conto, viu amor? ;)

Depois do belo almoço ela me deixou no eixo para que eu tomasse minha condução pra cada, pois tinha vindo sem meu carro dessa vez. Sei que acabei chegando em casa perto das 18h, já anoitecendo. Em casa, fiz qualquer coisa, vi alguma televisão e acabei capotando no sofá. No meio da noite fui pra cama e "desmaiei".

Acordei no domingo às 5 horas... DA TARDE!

Fecha a conta...
Pois é pessoal. O texto ficou grande, como já havia comentado anteriormente, via Twitter (@BrunoRochha). Também, lembrar de tantos detalhes, durante minhas looongas madrugadas não é tarefa nada fácil.

Mas vale a pena lembrar dos detalhes. Ah, se vale!

...e passa a régua.
Esse texto foi escrito enquanto eu escutava música eletrônica old school. Se você quiser curtir esse som, clique no tocador de streaming de sua preferência.

  Powered by Digitally Imported Radio.

PS: Nos próximos dias vou contar um lance inusitado e curiosissímo, em que banquei o motorista. Aguardem!

PS 2: Na próxima semana devo dar uma visão geral dos últimos papinhos... donas pro saco, novidades, e etc.

domingo, 23 de maio de 2010

Romance no escuro

Gente, eu estou de olho no blog. Não achem que eu sumi.


Neste momento, estou assistindo o "novo" programa Romance no Escuro. E como quase tudo no SBT, o tal reality show é uma cópia do sucesso americano Dating in the Dark.

Claro que não é tão sacana como eu gostaria, até pelo canal e horário...

Mas o que julgo ser legal de comentar é que todos (os participantes de hoje) são por demais inseguros, impacientes e - de certa formal - mal resolvidos. E ainda criam desculpas esfarrapadas para justificar o contrário.

Encontrar alguém no escuro, sem o poder sedutor da visão, é uma idéia soberba! Claro que o programa explora a idéia e a experiência em si deveria poder ser assistida sem tanta edição, o que é óbvio que muda a nossa percepção e nos induz ao objetivo da televisão.

O episódio da semana que vem terá participantes mais jovens - neste, a faixa etária estava na casa dos 40! - e com prováveis momentos de maior intimidade.

Infelizmente, acredito que o apelo do programa só se justifica aos primeiros 2 ou 3 episódios, e que depois disso será bem chato e repetitivo.

Mas imaginem um similar feito pro canal Sexy Hot! Ai sim, seria divertido.

Saiba mais:
Romance no escuro (SBT);

Dating in the dark (original americano);

Canal Sexy Hot;


PS: O mega texto, que ainda estou escrevendo, sobre minha excelente saída do final de semana passado, está quase pronto. GARANTO publicar amanhã nesta terça na quarta, após o meio-dia!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Psico 47

Ois!

Fui na casa do Bruno essa semana e ele me disse pra eu não reparar a bagunça!

Falei que ele não precisava se preocupar e até recomendei o rapaz que faz um excelente trabalho.


Mas será que ele faz mesmo todo o serviço?

a) Não, ele só está passando roupa.
b) Sim, deve fazer o serviço completo.
c) Não sei, não entendo de trabalhos domésticos.
d) Ele não precisa fazer nada mesmo.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Help

Oi pessoal!

Tranquilidade pra mim é quase meu tudo.


Faço de tudo pra não perder meu equilíbrio. E pra isso conto com uma preciosa ajuda: a do Bruno.

Amore, quero colo, vou fugir de casa, posso dormir aqui com vc?

Separa 15 minutinhos do seu tempo e vem me ver hj!!!

Bjos!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Cafezinho

Oi pessoal!

Quinta finalmente saí pra conhecer o Fellipe.


Combinamos um café, no início da tarde. Marquei no estacionamento mais lotado do parque da cidade! Rs.

Cheguei 4 minutos atrasada e por coincidência estacionei bem ao seu lado. Ele desceu do carro e me recebeu com um beijo e um abraço. O cara todo social, lindo e eu de jeans e tênis!

Ele perguntou o que eu queria fazer e eu só quis ir pra outro estacionamento mais vazio.

Conversamos um tempinho e o Fellipe perguntou o que mais poderíamos fazer, eu o puxei pelo paletó e o beijei. Queria ter feito isso desde o início.

E ainda falei que a minha ideia de cafezinho era exatamente aquela, sem café, num lugar vazio. Visto que nossas atividades por ali, shoping ou outro afim, poderiam nos comprometer.

E ele achou que eu queria mesmo um café, pensou que nem beijo ia rolar. Depois puxou duas camisinhas do bolso e disse que também podia ser sutil!

Como tinha um motoboy por perto e incomodando o Fellipe, saímos dali pra um lugar reservado. Atrás do Cláudio Coutinho, mt bom por sinal.

Nossa pegação começou logo e ele sussurra no meu ouvido: 'me chupa'. Nem precisava pedir. O cara é mt gostoso.

Ele não conseguiu desabotoar minha calça e perguntou se eu andava com cinto de castidade. Eu falei q não, mas era estratégia pra não transar com ele hj. Dias vermelhos, saco.

Ele ainda sugeriu um banho, mas eu não ficaria à vontade. (Pode chamar de fresca Bruno! Ele tb quis!)

A Nova Brasil FM parece que tinha escolhido a dedo a trilha musical desse encontro: Capital no centro da Capital, foi demais.

Continuei chupando e de súbito perguntei se chupava mal, ele falou q não e respondeu que estava tendo prazer. Legal, fiquei feliz. Mas não deixei ele ir até o final e fiquei devendo duas pro Fellipe, mas pago em breve.

E como ele estava em horário de trabalho, voltamos ao parque e nos despedimos.

Conhecer vc foi tão bom que se eu soubesse já teria ido tomar esse café há mais tempo!!

Beijos

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Rapidinha da Quarta

Oies! Encontrei o Wilson ontem ao sair da empresa.


O trânsito do SCS estava um caos, mas ele falou: 'Relaxa que não tenho pressa!'

Blz então! não gosto de me estressar no trânsito.

Plena terça-feira, fazer o que na Capital? De certo o Bruno teria várias sugestões a me fazer.

A proposta veio de mais perto então. 'Vamos pra minha casa! Vc só sai de lá amanhã.' Falei pra ele rindo: 'duvido'.

Eu mal sabia o quão enganada eu estava.

Na casa dele, a irmã estava dando uma festa. Então entendi porque só sairia mais tarde.

Festa estranha, mas legal. Galera da Unb fumando todas, mas essa não é minha praia e fiquei por ali bebendo e conversando com a Aline, irmã do Wilson.

Depois o Wilson me puxou disfarçadamente pro quarto dele, impecavelmente arrumado, que tive receio até de tocar em algo. Só o gatinho da Aline no quarto...

Besteira, ele mesmo desarrumou me empurrando na cama. Só que o menino estava curtindo uma lombra... Ele quase dormiu, então fui tirando a roupa dele e passando minha boca por cada pedaço do seu corpo, dando pequenas mordidas.

Se ele não despertasse depois dessa, iria embora. Então eu percebi que ele se excitou com as mordidinhas.

Pediu que o chupasse, e ainda teve a cara de pau de falar q tava mt lento, que dava vontade de ir pro banheiro. PQP!

E ainda disse que era todo meu e coisa e tals... lombra.

Ainda consegui fazê-lo gozar e dormir!

Lá pelas 4 ele inventa de fazer um risoto, e eu bem q avisei que aquilo não ia cair bem.

Resultado: Ele passou mal o dia todo e vou lá fazer minha visitiha... na verdade depois de dizer q chupo ele mal vou mandar ele se... cuidar sozinho!!!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Por enquanto

Oi pessoal!

Estava fazendo um pequeno intervalo no trabalho quando o Wilson chegou perto, sentou na minha frente e puxou uma camisinha de dentro da carteira e jogou na mesa.


Adoro essa coisas sutis!

Como ele não disse nada perguntei que dia iríamos usá-la. Ele respondeu q a hora q eu quisesse. Perguntei o que ele faria no dia seguinte e marcamos algo mas...

Ele estava com o Luan amigo do curso de treinamento da empresa e os dois enrolando por ali, falei pra eles que dariam uma carona ao centro de Taguá.

Na hora da saída os dois estavam a minha espera e logicamente eu decidi levar o Luan em casa e ter mais um tempo sozinha com o Wilson.

No caminho o Wilson perguntou se eu era sensível e encaixou sua mão entre minhas pernas. A mente controla a matéria e fiz o percurso bem rápido e após deixar o Luan em Águas Claras segui por um caminho um pouco desconhecido mas que me levou pro lugar ideal pra uma parada rápida.

Parei na frente da Portuguesa em Taguá... Não é o lugar ideal pra transar, o Bruno vive falando isso. Achei mesmo que ia dar uns pegas rápidos.

Essa não era a intenção do Wilson. Começamos a nos beijar e as mãos a deslizarem por nossos corpos. Meti minha mão pela calça dele e não consegui abrir o botão. Blz ele me ajudou.

PQP! E que surpresa agradável: um pau gostoso, enorme e pronto pra ser chupado. Chupei, beijei o moleque e ele pediu pra eu descer um pouco a minha calça.

Ele meteu a mão por dentro da minha calcinha introduzindo dois dedos e me deixando doida. Depois ele chupou os dedos um por um. PQP, ele já tinha reclinado o banco e eu decidi ali na hora que iríamos transar.

Pedi pra ele pegar a camisinha na mochila e ele me entregou. Abri e não fiz muito charminho nem joguinho pra colocá-la. E fui pra cima dele.

Apesar da posição que me deixou desconfortável e me limitava os movimentos, o vai e vem fluiu gostoso. No carro só o vidro embaçando e o som da nossa respiração.

Ficamos assim algum tempo e a posição já incomodava minhas pernas. Ele então veio pra cima de mim no banco do motorista. E metia gostoso.

Eu com muito tesão pedia pra ele meter mais e o chamava de menino.

Ficou ainda melhor quando ele me colocou de quatro, uma perna em cada banco apoiada no de trás. Ele pediu no meu ouvido: Me dá ele!

O 'não' saiu instintivo mas analisando bem a situação a transa já tinha avançado muito num lugar ermo. E eu quase voltei atrás, quando ele me chupou por trás. (Faz isso não, que fico louca).

A suavidade com que ele faz as coisas me deixou encantada sexualmente falando.

Ele tentou a penetração mas doeu demais e eu desisti... Ou melhor, adiei pra uma situação mais confortável.

O meu senso de responsabilidade alertou pra hora, pois ele tinha compromisso. Foi a transa mais suave e ultimamente a mais duradoura que tive.

Não o fiz gozar (ainda) e nem gozei tb, mais pelo lugar e pela hora. Espero que não falte oportunidades pra rever esse porém...

E pra quem se diz aprendiz de mulheres mais velhas ele mostrou que manda muuito bem!

PS: Parceiro novo por enquanto, pois em breve o Wilson vai embora de Brasília.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Trabalho com brincadeiras

Oi pessoal!

Na quarta, aconteceram agradáveis surpresas no meu trabalho.


Primeiramente eu estava aplicando provas de um treinamento que a empresa está bancando, no qual sou instrutora.

Agitado, um dos meus alunos conversava e chamava atenção dentro da sala de provas. E eu só pensava em calar-lhe a boca. E foi isso que fiz.

Me aproximei dele e falei que ia fazer ele calar a boca. E ele falou 'então me dá um beijo'. (Não foi exatamente a forma que eu tinha pensado?) Beijei!

Ao sair dessa sala, outro dos alunos do tal treinamento, perguntou se podia falar comigo.

Pensei que era relativo à prova que ele tinha feito, conteúdo do curso ou algo assim. Então lhe dei atenção e ele pergunta minha idade. (Pensei: qual relevância disso pro curso?).

Nem tenho problemas com idade, mas a questão estava fora de contexto!

Só que ele logo foi falando 'que ele não era tarado mas gostava de mulheres mais velhas do que ele'.

Fiquei surpresa com a revelação, quase declaração e perguntei se rolava proposta indecente. E o Wilson disse que só se eu falasse minha idade.

Lá se foi a concentração no trabalho por conta dos garotos. Ele ficou por perto aguardando a resposta. Pra prosposta indecorosa e idade.

Deixei as provas que estava corrigindo de lado e o chamei pra uma sala de estudos que estava vazia.

Começamos a nos beijar e as mãos a ficarem bobas. A excitação só aumentando, quando ouvimos alguém se aproximando e fingimos estudar algo na apostila dele.

Conversamos sobre o porque dele gostar de mulheres mais velhas: a experiência que ele adquiriria, o conhecimento que ele poderia passar às meninas mais novas, o fato da mulher ter uma certa estabilidade tanto emocional qto material.

Essa maturidade 'relativa' tem lá suas vantagens! E essa história ainda vai render. Ah, se vai!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Sexta no motel

Oi pessoal!

Na semana passada mais ou menos encontrei o Douglas no msn e combinamos de nos encontrar na sexta às 15.


O Detalhe é que eu iria trabalhar logo mais às 17 e ele teria uma reunião no mesmo horário.

Combinamos de nos encontrar no Big Box da estrada parque e quem conhece sabe o caos que está aquela obra.

Pontualidade não é bem o nosso forte e com todo aquele caos, cheguei atrasada e o Douglas mais ainda.

Nos encontramos no estacionamento e ele sugeriu um motel. Blz, fomos no meu carro e rapidamente cheguei no Bandeirante. Entrei no primeiro motel que encontrei muito pela falta de escolher e tb pelo horário já avançado.

Plena 15:30, motel lotado. Nunca imaginei que esse horário fosse tão movimentado. Subimos pra suíte e fomos logo tirando a roupa.

Claro que não podia deixar de faltar a tradicional chupada que ele estava sentindo saudade.

Logo após fui pra cima dele e atendendo a pedidos fiquei de quatro pra ele. O barato da posição foi ele ter segurado meus braços pra trás sendo uma total dominação.

Ele tentou me pegar por trás de jeito, mas não rolou. Devido ao horário tivemos que ser breves mas deu pra relembrar nossos encontros.

E essa foi mais uma rapidinha!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Foto e Vídeo

Opa!

Nos últimos dias tenho pensado, cada vez mais, numa antiga preferência minha.


Eu gosto bastante de filmar e/ou fotografar minhas transas, o que, infelizmente, nem sempre é possível pelo tempo disponível, local escolhido ou aceite da parceira... ou parceiras!

Seria muito interessante se rolasse uma boa saída pra tal nos próximos dias. Se eu pudesse escolher, seria no motel Colorado, ao final da tarde, com tequila e algo pra comer, duas donas com poucas restrições, muita criatividade e sem limites de tempo; além de alguém pra filmar e/ou fotografar.

Não escolhi nomes para tal saída, mas estou pensando no assunto.

Com o avanço da tecnologia e dos equipamentos disponíveis, hoje em dia é infinitamente mais prático - e seguro - poder registrar as peripécias sexuais de qualquer um.

Lembrem-se de que temos que evitar que um zézinho qualquer do fujioka veja suas fotos e as coloque na internet. Bem... pelo menos não antes de você!

Inclusive, hoje em dia, com as máquinas digitais e sua infinidade de zooms e demais recursos e ainda dos motéis com TVs de LCD, é muito mais divertido brincar com essas maravilhas da tecnologia moderna.

Já se imaginou deixar uma câmera filmando sua sacanagem e passando ao mesmo tempo na TV do quarto?

Exercitar o lado voyer, ou mesmo se deliciar com a parada é muito prazeiroso. Se feito com responsabilidade e diálogo entre os envolvidos a brincadeira pode render um tesão exponencialmente aumentado. Ou pelo menos boas risadas.

Vamos ver se volto a registrar meus momentos.
Textos relacionados com suas imagens